Eu sou o teu lobo, o teu lobo. Nem tento colocar a pele na tua pele. Uma outra pele mais suave, mais suave. Eu sou lobo. Não procures em mim o principe. Não sou eu, não sou eu. Não te pertenço nem a esta história. Estória. Apareço nesta rábula que inventaste. Chamo-lhe fábula e chamo-me lobo. O que te chamo, é um segredo meu. Só o partilho com o eco que nunce me devolverá o teu nome. Repete – errante – és lobo, lobo, lobo. Eu continuo a gritar Amor, sabias? Só me recordam que sou lobo, lobo, lobo. O que tu és, é um segredo meu. Se nem a mim o confesso como poderia o eco responder Amor?
Eu sou lobo, eu sou lobo meu amor. Se me queres nesta estória, eu estou aqui. Aqui. Na tua história. A uivar Amor. A ouvir lobo.
Ouve o lobo e responde-me tu. Responde Amor que és, amor.
Ouve o amor, o Amor.
Eu sou Amor, meu amor. Eu sou Amor.
A tua escrita é estranha Numenor. Mas nem sei como daqui já não saio. E nem acredito que sejas lobo. Cheguei aqui por acaso e li. Mas li tudo, Numenor. Bjs e continua. escreve, por favor.
ResponderEliminarHá coisas estranhas, não há?
ResponderEliminarCumprimentos, Maria David ;)
http://www.youtube.com/watch?v=6WpsFVkmS9s "Uivos que nem sei uivar". :)
ResponderEliminarTu.
ResponderEliminarQuando? :)
ResponderEliminarAgora. :)
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