Vai, ave liberta. Nada em mim te pertencia. Talvez eu, apenas eu. O que seria pouco acaba por ser nada. Do nada se faria pouco? Ou demais? Que importa, ave, que importa? Vamos chorar baixinho ou sorrir estridentemente? Eu nao sou: estou. Estive. Estarei. Tu eras. Era...
Hera, cresce. Enfim liberta. Nada em mim te pertence. Talvez os oculos escuros perdidos no teu carro. Abandonados. Cresce, Hera. Era uma vez um veneno intoxicante, era uma vez um intoxicado venenoso. Era uma vez, Hera, era... era...
Vem-te, ave desperta. Agora, agora... AGORA! Venho-me assim para o teu mundo. Nada em ti me pertence. Talvez a derradeira praga que me lançaste: amo-te.
Fica com a praga. Com os oculos... mas vai, ave liberta. Nada nos pertencia. Nem eu a ti, nem tu a mim. Nem eu a mim. Muito menos o tal amor. Vamos chorar baixinho ou sorrir estridentemente?
E por mais quanto tempo vais fugir quando ouvires ' amo-te '?
ResponderEliminarSempre que veja a sua foto em qualquer livraria, na capa de um livro intitulado « 7 anos de mau sexo «. Imagine se houvese amor. :)) Pior, imagine viver com alguem 7 anos e depois escrever um livro. Que dor de cabeça. A dor de cabeça evitaria o mau sexo, mas aumentaria as paginas do best-seller... que dilema.
ResponderEliminarSeja aqui entao: leu o livro? o menino de pateta nada tem. leia e depois sim pode comentar. ou vai pela capa?
ResponderEliminarJamais. Vou sempre pelo titulo. Desperdicei a minha infancia por desconhecer a « Anita ». Acreditava piamente que se a moçoila se chamasse « gina » faria mais sucesso. :)) Mas claro que vou ler a sua obra de arte. Acredite que ja esta adquirida e tudo.
ResponderEliminarP.S.- Sim, tera que ser aqui. Nao tenho o tal MSN. Mas tenho a colecç~~ao da Gina. Desculpe, da Anita.
aves ou abes que aves ja cansa tanta ave
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